Há cada vez menos espaço pro tipo que costumo ser, que em vários aspectos, é o ser que idealizei ser, então cadê contentamento? Soa pedante. Quero escrever um artigo, com Uma história lamentável do Dostoiévski, e daí acho por bem fazê-lo ouvindo Tchaikovsky. Soa brega, coisa de preta colonizada apenas. Entretanto, agora com a guerra na Ucrânia, dou-me conta que a identificação deu-se justamente com a periferia da Europa. Mas não teria sido sem Amanda. Ou teria? Acho que descobri o significante por trás disso tudo: inteligente! Que era a Amanda, e que foi como me senti ao procurar no dicionário aquela palavra que começava com "bo" em Crime e Castigo.
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