Vez em quando, ao longo de tanto anos, ele me dá algo bem valioso: palavras de amor. Emprestadas, mas ditas como se tivessem sido feitas só pra mim, ou pra nós. Teve aquela vez que cheguei em casa e encontrei aquele bilhete que estava escrito "eu sei que eu fui embora e agora eu quero você de volta pra mim". Voltei na hora! Nunca havia ido na verdade.
Teve o início. Bem, no início foram palavras sem música: o espírito que tudo nega, assim ele me nomeou. Com Goethe. Chique né? Logo depois veio O segundo sol. Nunca poderia eu imaginar interpretação mais romântica de uma música que, no fundo, fala do Hercólubus.
Tantas outras palavras, roubadas e entregue à mim. Da última vez foram de duas músicas.
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