Tinha essa estranha capacidade de ver em sua cabeça imagens de coisas insólitas, tais como os dias da semana. O caso é que, destas imagens, de vivacidade fugaz, palavra não conseguia dizer. Qualquer tentativa de fazê-lo era coroada com a fuga da imagem e o murchamento da palavra não dita. Mas estava ali, representado, o sábado, o domingo e os outros dias, sucessivamente, com imagens que variavam de acordo com a época do ano, o dia do mês, o estado de espírito. Como podia ela ver a quarta-feira sem conseguir desenhá-la com palavras? Estaria em causa a pouca imaginação?
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