Uma coisa boa de ter voltado a reler escritos meus espalhados ererywhere, pra tudo quanto é lado, é que pude me lembrar de que a paixão plantística, a paixão por plantinhas, sobretudo suculentas, começa antes da pandemia. A verdade é que durante os dois anos de isolamento, um longo e interminável 2020/21, dois anos que serão lembrados como uma longa noite escura, com uma ou outra luz da lua e estrela cadente atravessando o céu, neste tempo eu puder ver algo de minha relação com as plantas, algo de herança talvez. Deparei-me com um vaso que plantei do zero e que, lindo, tornou-se meu xodó. E vi que eu multiplicava suculentas, há um corredor repleto delas. Vi o que tinha feito sem saber que estava fazendo. E continuei a fazer.
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